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Eficiência comprovada
A especialista salienta que os imunizantes são gratuitos, seguros e eficazes. Eles passam por rigorosos ensaios clínicos, trazem grande impacto na qualidade de vida e são submetidos às análises da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de chegarem aos postos de saúde.
“Individualmente, as vacinas reduzem significativamente o risco de infecção, complicações e óbitos. Já no âmbito coletivo, contribuem para a redução da circulação de vírus e bactérias na população, interrompendo cadeias de transmissão e protegendo, de forma indireta, grupos mais vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas imunossuprimidas”, explica Greice.
Adesão x fake news
Apesar de o Brasil possuir o Programa Nacional de Imunizações (PNI), um dos maiores e mais respeitados sistemas públicos e gratuitos de vacinação do mundo, a queda na cobertura vacinal preocupa.
Segundo a especialista, a hesitação da população em se vacinar é alimentada por um fenômeno complexo: a desinformação, o medo infundado de efeitos colaterais e a “falsa sensação de segurança”.
“A ideia de que não é necessário vacinar-se porque 'as doenças não existem mais' é um equívoco. Muitas doenças estão controladas justamente pela vacinação. A redução da cobertura vacinal pode levar ao retorno de moléstias já eliminadas, como observado com o sarampo em anos recentes”, adverte.
Greice também desmistifica boatos comuns, como o de que o imunizante da gripe seria capaz de provocar a doença. “A vacina contra influenza é produzida com vírus inativados ou fragmentados, incapazes de causar a doença”, afirma.
Estratégias de combate
Para reverter o quadro epidemiológico e aumentar a adesão às campanhas atuais, a coordenadora defende ações práticas, descentralizadas e uma combinação de vigilância epidemiológica e hábitos diários de higiene:
1) Vacinação anual: Foco total na campanha em andamento, especialmente para os grupos prioritários (idosos, crianças e pessoas com comorbidades);
2) Acesso ampliado: Ampliação dos horários de atendimento nos postos e realização de campanhas de vacinação nas escolas;
3) Esquema vacinal completo: Respeitar as doses de reforço e os intervalos preconizados pela ciência para garantir proteção duradoura;
4) Higiene e etiqueta respiratória: Lavagem frequente das mãos e uso de lenços descartáveis ao tossir ou espirrar;
5) Proteção em aglomerações: Uso de máscaras por indivíduos que apresentem sintomas gripais e preferência por ambientes ventilados.
“Investir na imunização é a escolha mais inteligente para o país. A vacinação é reconhecida como uma das intervenções mais custo-efetivas em saúde pública. Ela evita milhões de mortes anualmente e reduz significativamente a sobrecarga dos sistemas de saúde”, complementa Greice Kely Nogueira.
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